E para as Mães… Tudoo!

 

Mãe é algo de indecifrável, é algo de indescritível, indefeso, indelével.

Mãe é um misto de indecisão e certeza, suavidade e firmeza, castigo e perdão, razão e desatino.

Para a mulher em sua dimensão mais completa, para essa mulher que espera pelo inesperado, meros celulares, bolsas, microondas ou maquiagens não passam de bobagens. Insignificâncias.

Mães querem ser surpreendidas, querem que o cotidiano se imponha só para ser rompido. Secretamente, elas almejam por alguém que as levante no colo e tire seus pés do chão. Por alguém que mude os móveis da sala de lugar.

Mães querem mandar só para serem arrebatadas pelo desmando. Ser mãe é mesmo um desafio.

E elas adoram isso.

Por todos esses motivos, e para ‘tentar’ ajudar no quebra-cabeça que filhos e maridos terão que enfrentar para surpreendê-la, encantá-la, apaixoná-la (não só nesse dia, claro), resolvi sugerir algumas dicas de leituras. Just in case.

Procurei por livros que não sejam utilitários, faça-você-mesma, gastronomia, cuidados do lar, decoração, culinária, auto-ajuda, esoterismo, artesanato, cabala, numerologia, de vênus ou de marte, de mulheres poderosas, mulheres lobas, he, she, we, ai, chega! – fugi desses todos que as mães garimpam para exercerem ainda mais sua divindade.

Porque mãe é sempre algo de divino.

Quis procurar por livros de histórias. Boas histórias. E acredito que tenha encontrado alguns, com alguma ajuda, é claro.

A turma da Agência Riff, garantiu a beleza sublime de ‘O mundo pós-aniversário’, de Lionel Shriver (Intrínseca) e de ‘A costureira e o cangaceiro’, de Frances de Pontes Peebles. Da livraria Argumento do Leblon, a amiga Halime recomendou sem pestanejar ‘A sociedade literária e a torta de casca de batata’, de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows (Rocco) e ‘Clarice,’ biografia de Benjamin Moser (Cosac&Naify).

Entre as minhas dicas, fico com três clássicos e um contemporâneo: ‘O grande Gatsby’, de Francis Scott Fitzgerald, ‘Mulheres apaixonadas’, de David Herbert Lawrence (D.H. Lawrence), ‘Orgulho e preconceito’, de Jane Austen (na edição da L&PM) e ‘A menina que roubava livros’, de Marcus Zusak (Intrínseca).

Todos eles, livros de apaixonar. Coisa de mãe.

clique nas capas para obter maiores detalhes sobre os livros 

 

 

 

 

 
 
 
 
 

p.s.: Mas vê lá, hein: não é para comprar o livro, embrulhá-lo no saco metalizado e pronto, lê aí, a menina do site que eu vi garantiu que era tiro e queda. É para convidá-la à livraria, pegar nesses livros, levar para a mesa do café, espalhar tudo em cima da mesa, pedir um bule de chá preto e chique com dois mil folhas e água gelada… Tudo beem demorado. Porque o presente maior que sua mãe vai ganhar não será o livro: será a lembrança de tê-lo escolhido na sua companhia.

p.s.2: se quiser tentar a sorte e ver se consegue mais presentes para a mamãe, vale conferir a promoção da Livraria Argumento, que vai dar 3 boxes com livros da Chef Tiça Magalhães.

 

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