Sexo, tempo e poesia

“Em Sexo, tempo e poesia, Paula chega perto das coisas, perplexa, e perde o ritmo, desanda, enquanto a vida corre solta, desabrida. Sofre com o alvorecer que não chega, denuncia a frivolidade, o intempestivo esquecimento e o abandono. Por isso a urgência do verso.” – André di Bernardi

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